#NossaEuropa
O que eu quero da Europa

Uma Europa que respeite os valores judaico-cristãos que estão na sua origem.

Anónimo,

Uma Europa que tenha em atenção as ideias dos jovens e que os respeite

Anónimo,

Quero uma Europa ambientalmente ativa, e a cumprir os targets de emissões a que se comprometeu.

Anónimo,

Quero uma Europa que se lembre que Portugal existe, tem valor, tem competência.

Anónimo,

Quero uma Europa em que possa viajar, trabalhar, estudar como se no meu próprio país estivesse.

Anónimo,

Quero uma Europa unida, livre e solidária.

Por: Jorge Varela,

Quero uma Europa sem fronteiras.

Anónimo,

Junto de cada País da UE, juntamente com cada governo, devia ser instalado um organismo permanente que se inteirasse "in loco" da situação de cada país e fizesse a ponte com as instituições europeias, quanto as debilidades de cada Estado, trabalhando com as autarquias, administração central, na concretização dos projectos referentes a programas de apoio, encurtando-se etapas e aplicando melhor os subsídios para cada programa, isto sem ferir susceptibilidades de soberania e capacidades próprias de cada Estado, Região, Autarquia. O que aqui se propõe é um trabalho de mais cooperação entre as instituições da CE e os Estados.
Consoante as necessidades de cada região, de cada concelho, de um qualquer programa nacional, ao abrigo das "ajudas" e incentivos económicos, poderiam colaborar na elaboração dos projectos, participando no levantamento das necessidades, aprovando-os de imediato, fazendo com que se encurtassem etapas e se fizesse com que os recursos fossem melhor aplicados e beneficiando as populações.

Por: Miguel Fontan, Sintra

O desenvolvimento da tecnologia tem que ser feito na medida certa, pois o lucro não pode ser seu o fim último. A questão do emprego para todos é deveras mais importante!

Por: Miguel Fontan, Sintra

O homem e a mulher fizeram-se para viver juntos e em harmonia, a dimensão da luta pela igualdade de género não deve ser feita contra o homem, mas a favor da mulher, enaltecendo as qualidade inatas de um género e de outro e combinando os dois.
A maternidade e paternidade são fundamentais para o desenvolvimento deste nosso Mundo.

Por: Miguel Fontan, Sintra

A liberdade individual não se pode, jamais, impor o que deve ser o bem comum, desestruturando a comunidade, o conjunto das liberdades de todos, Se vivemos em democracia, deve imperar a vontade da maioria e não da minoria.
Os novos desafios devem ser enfrentados com muita sabedoria e espírito de sacrifício partilhado por todos, mas na medida das capacidades de cada Estado.

Por: Miguel Fontan, Sintra

As questões dos direitos humanos deveriam ser centradas na harmonização e não na defesa de um contra o outro.
As questões pela igualdade, seja de género, seja de opções sexuais, deveriam ser tratadas com mais decoro, com mais recato.

Por: Miguel Fontan, Sintra

Quero uma Europa onde eu (e os outros portugueses) façam ouvir a sua voz como português e não como social democrata, socialista, bloquista ou outros istas que tal.

Por: Armando Rico, 79 anos, Lisboa

A UE deveria ser um espaço ideal da defesa intransigente dos princípios cristãos de onde emergiu a civilização ocidental.
As ideias de unidade e solidariedade para a defesa, da família, da educação e saúde, do pleno emprego, da cultura e modo de vida de cada país, de um sistema de apoio social adequado às necessidades e situação financeira e económica, do ambiente, protecção dos jovens e menos jovens, deveriam ser pilares fundamentais.

Por: Miguel Fontan, Sintra

Quero uma Europa que reconheça os Europeus como seres humanos, como pessoas, e não como entidades manipuláveis ao sabor das ideologias do passado .

Por: Armando Rico, 79 anos, Lisboa

Quero políticos europeus que sirvam, tendo como linha condutora a excelência humano-social... que deem as "chaves" para um novo ciclo humanitário...

Por: Rosa, 65 anos, Lisboa

Quero uma Europa onde predomine o espírito da riqueza para todos, onde cada um possa ter qualidade de vida e oportunidades para se sentir realizado e respeitado…

Por: Rosa, 65 anos, Lisboa

Quero uma Europa de gente feliz e próspera, onde predomine a justiça social, a igualdade de direitos e obrigações...

Por: Rosa, 65 anos, Lisboa

Uma Europa que envolva mais cada cidadão com o projeto europeu, como sendo o seu, nacional, a “Europa agora é o nosso país”. Só assim cada europeu, com deputados de qualidade, se sentirá motivado a depositar o seu voto nas urnas ao parlamento europeu.

Por: Teresa Costa,

Uma Europa em que os seus países não funcionem de forma reativa com os erros. Antecipadamente, preparem os seus órgãos e populações, para o impacto e a importância das verbas a receber, onde e como as aplicar, sensibilizando as populações do impacto negativo futuro do não aproveitamento de cada oportunidade desperdiçada em cada quadro comunitário.

Por: Teresa Costa,

Um intergrupo no parlamento europeu sobre "independent schools and freedom of education"

Por: Rodrigo Melo, 48 anos, Lisboa

Que caminhe para a igualdade dos seus cidadãos, no rendimento e condições de trabalho, saúde, educação, seg. social etc.

Por: Teresa Costa,

Uma Europa com união monetária, política e que fale a uma só voz, num momento em que o Mundo e o Planeta precisa de respostas fortes da Europa, o velho e nobre continente, propulsor da evolução global.

Por: Helder Justino Amorim Babo Barros, 50 anos, Amarante

Mais saúde e mais possibilidade de um cidadão deficiente de um qualquer Estado a outro se poder deslocar, simplesmente pq poderá haver melhores opções de tratamento, isto obviamente sem pagar, a não ser as eventuais taxas moderadoras

Por: José Senra, 56 anos, Viana do Castelo

Quero uma Europa com mais convergência/aproximação nas políticas dos Estados Membros, com possibilidade de especialização em certos campos por país (obediência ao princípio da subsidiariedade).

Por: André Tasqueiro,

Para que tudo o que Portugal precisa seja uma realidade, temos que ter mais portugueses a trabalhar nas Instituições Europeias, tornando assim a relação com a UE mais produtiva e constante.
A única escolha para a Europa é o PSD!

Por: Sérgio Corregedor da Fonseca, 52 anos, Sintra

Eu quero a Europa que protege os meus dados pessoais online

Por: Ivan Albuquerque, 22 anos, Braga

Eu quero a Europa que me permite trabalhar, estudar e viver em qualquer Estado-Membro.

Por: João Silvestre, 18 anos, Amadora

Que promova a igualdade de género e faça o combate sem tréguas contra todas as discriminações.

Por: Teresa Albuquerque, 41 anos, Coimbra

Que reforce a cultura de transparência e de participação dos cidadãos, de defesa do Euro e das dívidas públicas face à especulação dos mercados, de sã concorrência entre empresas e de combate ao tráfico, à corrupção e aos paraísos fiscais.

Por: Felix Esménio, 57 anos,

Que acolha os não europeus com regras europeias, estabelecendo um justo equilíbrio entre direitos e deveres e exigindo o respeito pela matriz civilizacional ocidental.

Por: Felix Esménio, 57 anos,

Que concilie, de forma determinada, a coesão social com ações progressivas orientadas para a inovação e para a competitividade económica e tecnológica.

Por: Felix Esménio, 57 anos,

Uma Europa inteligente (smart Europe)

Por: Félix Esménio, 57 anos anos, Lisboa

Uma Europa que estimule o crescimento e o desenvolvimento económico

Por: Artur Carvalho, 40 anos, Tomar

Uma Europa que aposte e valorize as suas Regiões

Por: Mário Silvestre, 35 anos, Porto

Devia haver mais informação para o público em geral, sobre a Europa, nomeadamente nas televisões, rádios e nos principais sites portugueses.

Por: Antonio Manuel Ramoa, 56 anos, Porto

Uma Europa de Todos, para Todos e com Todos

Por: Idalina Maçãs, Abrantes

Uma Europa sem fronteiras mas com regras de segurança bem definidas e operacionalizáveis.

Por: Idalina Maçãs, Abrantes

Uma Europa que acolha as culturas externas mas que faça respeitar as culturas internas

Por: Idalina Maçãs, Abrantes

Quero uma europa mais solidária sabendo assim lidar melhor com crises de refugiados por exemplo.

Anónimo, 24 anos,

Quero uma europa que se revista melhor para eventuais crises financeiras não acontecendo o que aconteceu com a crise de 2010.

Anónimo, 24 anos,

diversidade
solidariedade
liberdade
participação
emprego
direitos humanos
emprego
educação

Por: maria josé tovar, 67 anos, coimbra

Desejo uma Europa onde imperem os valores que, por infortúnio se perdem diariamente. E cada vez, a um ritmo mais periclitante!
1. Mais combate a uma corrupção sem fim.
2. Um maior rigor dos fundos comunitários, e não o aproveitamento e esbanjamento, a que temos assistido continuamente (excluindo o período 2011/2015).
3. Uma PAC, com mais equidade, e maior fiscalização relativamente aos projetos abrangidos pelos fundos comunitários.

Por: Maria Pinto, 55 anos, Castelo Branco

Eu quero uma Europa que divida os fundos comunitários de acordo com o seu grau de desenvolvimento dando mais aos menos desenvolvidos para que estes se consigam equiparar com os restantes.

Anónimo, 24 anos,

Uma Europa que desenvolva políticas promotoras de PAZ, dentro e fora da União.

Por: Idalina Maçãs, ABRANTES

Mais unida, nomeadamente a nível da defesa e com melhores mecanismos ao nível da cooperação de polícias, principalmente tendo em conta o terrorismo.

Por: Antonio Manuel Ramoa, 56 anos, Porto

Queria que a Europa fosse mais unida. Que houvesse solidariedade entre os países da UE. Sim, porque ela não existe e constatamos isso aquando da situação dos refugiados. Deveria haver uma única voz entre os países. Antigamente a CEE era respeitada porque os diversos líderes eram respeitados e deixavam a sua marca. Por isso, é preciso arrepiar caminho para que a Europa volte a ser forte neste mundo cada vez mais difícil de gerir!!

Por: Jorge, 56 anos, Gondomar/Porto

Uma estratégia comum para a valorização de territórios mais interiores, mais envelhecidos ou com menor densidade populacional, através de programas de apoio ao investimento, à criação de emprego e à qualificação das populações.

Por: André Machado, 29 anos, Idanha-a-Nova

Mais Erasmus para os nossos universitários

Por: Luis Martinho, 37 anos, Leiria

Que respeite e valorize o papel das mulheres na sociedade e no trabalho

Por: Isabel Lourenço, 21 anos, Sintra

Um espaço de formação profissional e oportunidades para pessoas com mais de 50 anos

Por: Artur Oliveira, 55 anos, Viana do Castelo

Líder mundial na inovação digital

Por: Alexandra Damasceno, 24 anos, Oeiras

Uma Europa que promova a inovação e a criatividade empresarial

Por: Julio Albuquerque, 40 anos, Amadora

Que aposte no desenvolvimento económico e social sustentável

Por: Catarina Figueiredo, 37 anos, Oeiras

Um espaço de liberdade e respeitador das identidades nacionais

Por: António Barbosa, 42 anos, Lisboa
A Europa que eu não quero

Não quero uma Europa xenófoba, Em que a partilha dos ideais europeus não seja corrompida.
Não deixem o Planeta morrer.

Por: Amélia, anos, Ribeira Grande - São Miguel Açores

Não quero uma Europa em que há países de primeira e países de segunda

Por: , anos,

A questão das migrações não pode chegar ao ponto em chegou em França. Onde se escondem as tradições originárias francesas para não ofender quem se instala. Não se pode dar guarida sem condições e depois para amenizar deixar quem chega criar um espaço social e cultural dos sítios de origem.
Pois, onde está a inclusão na cultura do Ocidente se não se respeitam os sues princípios, regras e tradições?

Por: Miguel Fontan, anos, Sintra

Não quero uma Europa onde os ricos ficam cada vez mais ricos, e os pobres cada vez mais pobres…

Por: Rosa, 65 anos, Lisboa

Não quero uma Europa insegura, que afasta os mais pobres, que estagna os salários, que não se dedica ao bem comum e à felicidade dos povos que a compõem…

Por: Rosa, 65 anos, Lisboa

Não quero os Ingleses na Europa, eles não se consideram iguais a nós...

Por: Helder Justino Amorim Babo Barros, 50 anos, Amarante

Não quero uma Europa Federalista.

Por: Pedro Manuel das Neves Amaral, 20 anos, Barreiro

Uma Europa sem união política, monetária e sem a força que o velho continente sempre teve.

Por: Helder Justino Amorim Babo Barros, 50 anos, Amarante

Não quero uma Europa com políticas de imigração completamente abertas, aproximando-se mais de modelos de políticas utilizadas em países como o Canadá ou a Austrália. A Europa deve de ser a casa de todos mas, devido à recente insegurança, é necessário limitar as oportunidades de imigração para o bem de todos os europeus.

Por: André Tasqueiro, anos,

Não quero pagar uma chamada internacional quando faço um telefonema ou envio uma mensagem de texto para outro estado-membro.

Por: Hugo Tavares, 42 anos, Porto

Eu não quero pagar roaming quando estou em viagem

Por: Ivan Albuquerque, 22 anos, Braga

Eu não quero uma europa que esquece os seus estudantes e não promove o intercâmbio

Por: João Silvestre, 18 anos, Amadora

Não quero uma Europa que se recuse a receber refugiados e deixe morrer homens, mulheres e crianças no mediterrâneo.

Por: Teresa Albuquerque, 41 anos, Coimbra

Que negligencie ou adie a defesa de um crescimento económico equilibrado e ambientalmente sustentável.

Por: Felix Esménio, 57 anos,

Que assente num modelo centralizador e burocrático, castrador da livre iniciativa e da criatividade dos cidadãos e das organizações.

Por: Félix Esménio, 57 anos anos, Lisboa

Que tenha medo da sua identidade cultural secular e que ceda ao relativismo face aos seus valores essenciais;

Por: Félix Esménio, 57 anos, Lisboa

Onde a poluição cresce sem nenhuma consequência

Por: Artur Carvalho, 40 anos, Tomar

Onde sejam só os alemães e nórdicos a decidir

Por: Mário Silvestre, 35 anos, Porto

Onde as identidades e línguas nacionais não sejam protegidas e valorizadas

Por: Luis Martinho, 37 anos, Leiria

xenofobia
racismo
discriminação
precaridade

Por: maria josé tovar, 67 anos, coimbra

O desperdício de programas, fundos e oportunidades por força da burocracia, da duplicação de meios ou da morosidade do processo de decisão.

Por: André Machado, 29 anos, Idanha-a-Nova

Uma europa fraca num mundo que é cada vez mais incerto e perigoso

Por: Isabel Lourenço, 21 anos, Sintra

Centrada em Bruxelas e não nas pessoas

Por: Artur Oliveira, 55 anos, Viana do Castelo

Apenas para as elites

Por: Alexandra Damasceno, 24 anos, Oeiras

Sem rumo e sem liderança política

Por: Catarina Figueiredo, 37 anos, Oeiras

Onde o escrutínio democrático seja fraco

Por: Julio Albuquerque, 40 anos, Amadora

O reino de burocratas e eurocratas sem sensibilidade

Por: António Barbosa, 42 anos, Lisboa